Política

Seguro promulga Lei da Nacionalidade alterada pela direita parlamentar

O Presidente António José Seguro aprovou o decreto que muda critérios de acesso à nacionalidade portuguesa, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas alertou para falta de consenso amplo e protegeu pr

Seguro promulga Lei da Nacionalidade alterada pela direita parlamentar

Seguro promulga Lei da Nacionalidade alterada pela direita parlamentar

O Presidente da República, António José Seguro, promulgou esta segunda-feira, 4 de maio de 2026, o decreto parlamentar que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP. Estes partidos ganham com critérios mais rigorosos para imigrantes; estrangeiros com pedidos pendentes mantêm direitos adquiridos e não perdem por atrasos estatais. Futuros requerentes enfrentam regras endurecidas, enquanto uma revisão ao Código Penal sobre perda de nacionalidade aguarda o Tribunal Constitucional.

Promulgação com reservas

Seguro assinou o diploma apesar de desejar 'maior consenso' e ausência de 'marcas ideológicas do momento', segundo fontes oficiais. Vários órgãos de comunicação noticiaram que o decreto visa equilibrar integração e controlo migratório.

  • Aprovação parlamentar exclusiva da direita e centro-direita.
  • Exclusão de partidos de esquerda no consenso.
  • Instrução explícita para não prejudicar processos em curso.

'Os processos já pendentes não devem ser prejudicados pela mudança', indicou uma fonte próxima do Palácio de Belém.

Impacto prático nos imigrantes

A lei reescreve o acesso à cidadania para muitos estrangeiros residentes. Responsáveis destacam que morosidade administrativa não penalizará requerentes actuais. A alteração ao Código Penal, que prevê perda de nacionalidade em certos crimes, permanece suspensa à espera de fiscalização constitucional.

  • Pendentes: direitos preservados.
  • Novos pedidos: critérios mais exigentes.
  • Crimes graves: risco de revogação sujeito a validação judicial.

Fontes próximas do processo afirmam que o Estado deve acelerar tramitação para evitar contestações.

O Tribunal Constitucional decide sobre a revisão penal nas próximas semanas, com acórdão esperado até final de junho.

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