No site oficial da Casa Branca surgiu esta semana a secção Arcade: cinco jogos de baixa resolução que transformam pilares da agenda Trump em diversão pixelizada. O mais comentado, Rio Run, adapta o clássico Snake e põe uma versão digital de Tom Homan, responsável pela política fronteiriça, a perseguir migrantes com diferentes tons de pele ao longo de uma grelha que representa o Rio Grande.
Rio Run, Build the Wall e a ofensiva migratória
Build the Wall recupera a mecânica de Tetris. Em vez de limpar linhas, o jogador empilha secções do muro fronteiriço com a instrução explícita de «proteger a fronteira da horda que se aproxima». A Casa Branca justificou o lançamento como forma de destacar o contraste entre uma cultura «divertida» e «vencedora» e a visão socialista sombria dos democratas. Os três títulos restantes afastam-se da fronteira: Supply Line separa alimentos segundo padrões «Make America Healthy Again»; Flappy Bill faz uma águia-careca transportar legislação pelo National Mall; Trump Savings Tycoon apanha dinheiro que cai do céu para encher as Trump Accounts — depósito de 1 000 dólares para crianças nascidas entre 2025 e 2028.


