Internacional

Ucrânia recupera 116 km² russos e atinge petroleiros no Báltico

Kiev força recuo territorial russo pela primeira vez desde 2024 e golpeia frota que contorna sanções, enquanto drones de Moscovo matam em Odessa.

Ucrânia recupera 116 km² russos e atinge petroleiros no Báltico

Ucrânia recupera 116 km² russos e atinge petroleiros no Báltico

A Ucrânia recuperou 116 km² de território controlado pela Rússia em abril de 2026, marcando a primeira perda líquida de Moscovo desde 2024, segundo analistas militares. Kiev lançou contra-ataques bem-sucedidos, atingiu três petroleiros russos no Báltico usados para contornar sanções e sofreu um ataque de drones em Odessa que matou duas pessoas e feriu três. Estes desenvolvimentos travam o avanço russo, enfraquecem a economia de guerra de Putin e reforçam a resiliência ucraniana perante a agressão expansionista.

Recuo territorial russo

Fontes militares indicam que contra-ataques ucranianos, apoiados por bloqueios ao Starlink e restrições ao Telegram, forçaram o recuo russo. Moscovo perde capacidade logística essencial:

  • 116 km² cedidos em abril.
  • Avanços russos paralisados desde o início de 2026.
  • Ataques a infraestruturas russas no Mar Negro intensificados. Esta é a maior reviravolta desde a contra-ofensiva de 2024, expondo fragilidades na frente oriental.

Golpes marítimos de Kiev

Ucranianos atingiram petroleiros da "frota fantasma" russa num porto báltico, usados para exportar crude e evadir sanções ocidentais. Responsáveis russos alertam para subidas no preço do petróleo:

"Estes navios transportavam petróleo activamente", indicou uma fonte próxima das operações. Moscovo vê sanções enfraquecidas, mas Kiev demonstra alcance estratégico, atingindo alvos económicos a milhares de quilómetros da frente.

Retaliação russa em Odessa

Drones russos atacaram a região de Odessa na madrugada de domingo, matando duas pessoas, ferindo três e incendiando infraestruturas portuárias. Este contra-ataque visa estrangular exportações ucranianas de cereais, mas falha em deter os avanços de Kiev. A imprensa noticiou danos limitados, com defesas aéreas a interceptarem a maioria.

O Institute for the Study of War (ISW) publica a próxima actualização semanal a 10 de maio, que medirá se o recuo russo se estende para além de 116 km².

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